terça-feira, 20 de junho de 2017

MODERNISMO BRASILEIRO: 1ª FASE - REVISTAS E MANIFESTOS MODERNISTAS



http://www.academia.org.br/abl/media/poesia11.pdf
 
http://www.brasiliana.usp.br/bbd/handle/1918/62

http://www.bbm.usp.br/node/75

http://cultura.estadao.com.br/noticias/literatura,primeira-revista-da-turma-vanguardista-a-klaxon-e-reeditada-imp-,1101173

http://www.mackenzie.br/fileadmin/Pos_Graduacao/Mestrado/Educacao_Arte_e_Historia_da_Cultura/Publicacoes/Volume5/Revista__Klaxon__reflexoes_sobre_o_modernismo_no_Brasil.pdf




2. Manifesto da Poesia Pau-Brasil (1924-1925)








3. A Revista (1925-1926)







4. Verde-Amarelismo (1926-1929) - Manifesto do Verde-Amarelismo ou da Escola da Anta.







5. Manifesto Regionalista de 1926 e 1930







6. Revista Antropofagia (1928-1929)





segunda-feira, 13 de março de 2017

ATIVIDADE: "VERSOS ÍNTIMOS", DE AUGUSTO DOS ANJOS


1. Quem é o interlocutor do eu lírico no poema?
a) o leitor.
b) uma fera.
c) a pessoa amada.
d) um amigo.

 2. “Vês! Ninguém assistiu ao formidável/ Enterro de tua última quimera” os versos destacados exprimem:
a) uma constatação.
b) uma solução.
c) um questionamento.
d) uma hipótese.

3. De acordo com a primeira estrofe do poema:
a) O ser humano é solidário nos momentos difíceis.
b) O ser humano abandona os outros nos momentos difíceis.
c) O ser humano só pode contar com a lealdade dos animais.
d) O ser humano tem companheiros que lhe acompanham por toda vida.

4. “Acostuma-te à lama que te espera!”, o tom imperativo no verso expressa:
a) uma ordem.
b) um pedido.
c) um conselho.
d) um desejo.

5. No verso “Toma um fósforo. Acende teu cigarro!” a linguagem utilizada é:
a) formal.
b) coloquial.
c) científica.
d) culta.

6. Segundo o eu lírico o beijo antecede:
a) uma atitude de maior intimidade.
b) uma demonstração de afeto e cumplicidade.
c) um relacionamento baseado no desejo.
d) uma traição a exemplo do que ocorreu com Jesus.

7. Que sentimento demonstra o eu lírico nos dois últimos versos da primeira estrofe?

8. A decomposição da matéria é um dos temas constantes na poesia de Augusto dos Anjos. Transcreva um verso do poema que comprove tal afirmativa.

9. Retire do poema um verso que mostre uma visão pessimista da vida.

10. Como pode ser caracterizada a poesia de Augusto dos Anjos? 

[Fonte: Atividade elaborada pela Profª Márcia Oliveira.]

AUGUSTO DOS ANJOS - POEMAS



O poeta do hediondo

Sofro aceleradíssimas pancadas
No coração. Ataca-me a existência
A mortificadora coalescência
Das desgraças humanas congregadas!

Em alucinatórias cavalgadas,
Eu sinto, então, sondando-me a consciência
A ultrainquisitorial clarividência
De todas as neuronas acordadas! 

Quanto me dói no cérebro esta sonda!
Ah! Certamente eu sou a mais hedionda
Generalização do Desconforto...


Eu sou aquele que ficou sozinho
Cantando sobre os ossos do caminho
A poesia de tudo quanto é morto! 





Versos íntimos


Vês?! Ninguém assistiu ao formidável

Enterro de tua última quimera.
Somente a Ingratidão - esta pantera - 
Foi tua companheira inseparável!

Acostuma-te à lama que te espera!
O Homem, que, nesta terra miserável,
Mora, entre feras, sente inevitável
Necessidade de também ser fera.

Toma um fósforo. Acende teu cigarro!
O beijo, amigo, é a véspera do escarro,
A mão que afaga é a mesma que apedreja.

Se a alguém causa inda pena a tua chaga,
Apedreja essa mão vil que te afaga,
Escarra nessa boca que te beija!





Vandalismo

Meu coração tem catedrais imensas,
Templos de priscas e longínquas datas,
Onde um nume de amor, em serenatas,
Canta a aleluia virginal das crenças.

Na ogiva fúlgida e nas colunatas
Vertem lustrais irradiações intensas
Cintilações de lâmpadas suspensas
E as ametistas e os florões e as pratas.

Como os velhos Templários medievais
Entrei um dia nessas catedrais
E nesses templos claros e risonhos…

E erguendo os gládios e brandindo as hastas,
No desespero dos iconoclastas
Quebrei a imagem dos meus próprios sonhos!

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

MODERNISMO BRASILEIRO - GERAÇÃO DE 1945: JOÃO CABRAL DE MELO NETO

Morte e Vida Severina - João Cabral de Melo Neto

https://www.youtube.com/watch?v=rrhh_w75XMU

 (Animação produzida em 2010 e dirigida por Afonso Serpa.)


https://www.youtube.com/watch?v=MthmmdJgQXY

(Especial produzido pela Rede Globo (1981),
vencedor do Emmy Internacional em 1982,
com direção de Walter Avancini, versos de João Cabral de Melo Neto
e músicas de Chico Buarque.)

sábado, 14 de maio de 2016

REGRAS PARA O USO DE ASPAS

As aspas devem ser empregadas sempre que você for abrir e fechar citações. Observe o exemplo:

“O senhor… mire, veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam, verdade maior. É o que a vida me ensinou. Isso que me alegra montão.”
           (Grande sertão: Veredas - Guimarães Rosa)

Uma situação de uso em que as aspas são empregadas com frequência é quando temos como intenção exprimir ironia ou conferir destaque a uma palavra ou expressão empregada fora de seu contexto habitual. Observe o exemplo:

Moça linda bem tratada,
Três séculos de família,
Burra como uma porta:
Um “amor”.
             (Mário de Andrade)

As aspas devem ser empregadas quando no texto surgirem neologismos, arcaísmos ou gírias, pois é importante que esses termos ganhem destaque. Observe o exemplo:

(...) Já outro, contudo, respeitável, é o caso - enfim - de 'hipotrélico', motivo e base desta fábrica diversa, e que vem do bom português. O bom português, homem de bem e muitíssimo inteligente, mas que, quando ou quando, neologizava, segundo suas necessidades íntimas.”
          (Tutameia – Terceiras estórias. Guimarães Rosa*)

*Guimarães Rosa é um escritor de nossa literatura muito conhecido pela criação de neologismos. Segundo ele, “hipotrélico” significa “pessoa pedante”, que tem pouco respeito com a opinião alheia.

Para ressaltar a ocorrência de empréstimos linguísticos (estrangeirismos) no texto, sobretudo quando não estiver disponível a opção “itálico”. Observe o exemplo:

A “baby-sitter” e o “barman” marcaram um encontro no “hall” do edifício.

Para marcar o título de uma obra. Observe o exemplo:

“Memórias Póstumas de Brás Cubas”. (Machado de Assis)


Regras para a pontuação quando houver aspas:

Se a frase começa e termina com aspas, o ponto deve ficar dentro das aspas. Exemplo:

“Está morto: podemos elogiá-lo à vontade.” (Machado de Assis)

Se a frase não está integralmente dentro das aspas, a pontuação deve ficar fora das aspas. Exemplo:

Estou de acordo com Machado de Assis, que dizia, sabiamente: “lágrimas não são argumentos”.

[Fonte: Adaptado de português.uol.br.]